Tem dias que acordamos mais criticas. Pensativas. E, nestes dias, um papo com um amigo faz surgir uma idéia a reflexão. O tal papo era sobre a nossa profissão: professor. Pensamos como, às vezes, a tarefa é árdua, e também como somos exageradamente exigidos. Assim, algumas tarefas, que cairiam sob a responsabilidade dos pais dos rebentos, tem sido delegadas aos profissionais da escola.
Em seguida, veio a cabeça a palavra usada muitas vezes como sinônima para professor: “Educador”. Qual seria a definição primária de educador? Pesquisamos no Google e vimos que a maioria dos dicionários dá a definição de educador como pedagogo, professor. Pensamos: a palavra “educador” traz muito peso a um profissional. Discordamos dos dicionários. O educador primário não é a professora da educação básica. Muito menos do fundamental e/ou médio. Educador (mesmo!) é o pai e a mãe; é aquele que passa os valores básicos, educação básica de como se comportar em sociedade.
O que vem acontecendo é que essa função de passar a educação primária vem sendo delegada aos professores! Esses (nós) não são responsáveis por criar seus filhos. Somos responsáveis por passar informação sobre o mundo e alguns (somente alguns) valores. O resto, me desculpem, é com vocês!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Passei a vida pensando...
Pensei se dava pé
Pensei se podia dar
Pensei se dava
Pensei se não dava
Pensei se viesse a acontecer
Pensei: e se vier?
Pensei: se eu for e depois acontece?
E se não acontece?
Pensei, ponderei, pesei os prós e contras...
Pensei que passou.... Passou diante de mim e se foi.
“Se penso, logo existo”? O pensar passa. O agir que me faz existir!
Pensei se podia dar
Pensei se dava
Pensei se não dava
Pensei se viesse a acontecer
Pensei: e se vier?
Pensei: se eu for e depois acontece?
E se não acontece?
Pensei, ponderei, pesei os prós e contras...
Pensei que passou.... Passou diante de mim e se foi.
“Se penso, logo existo”? O pensar passa. O agir que me faz existir!
sábado, 29 de maio de 2010
Voyeur -sem-querer
É engraçado ficar sóbria em um bar e observar as pessoas bêbadas. Como geralmente fico "alegrinha" eu não tinha um hábito de observar as atitudes alheias.
Ontem fui a um bar muito badalado. E como toda sexta-feira, este bar estava de certa forma cheio - não estava lotado, mas cheio. Decidi não beber por motivos de saúde. Mas como conseqüência desta decisão, eu descobri como ficamos, de certa maneira, ridículos quando estamos de "pileque".
A minha frente havia um casal que, no mínimo, estavam comendo um o outro. Eles já tinham passado da etapa “beijos-ardentes” há tempos. Enfim, me senti num motel, na situação de Voyeur observando as caricias exageradas do casal apaixonado (será?)/bêbado. Com o objetivo de descontrair o "sexy-hot" explicito e gratuito, eu e meus amigos começamos a fazer piadas com a situação; do estilo: "Poxa, eu não to com o ‘card’ que ganhei na Lapa com desconto de motel... podia dar a eles, né?" Quando o casal foi embora, ficamos fazendo apostas de qual motel eles iriam... Surgiram nomes e lugares que renderam diversão para a noite toda!
Enfim. Não sou puritana, estou longe de ser. Mas ninguém merece ficar olhando o famoso: mão-naquilo-aquilo-na-mão dos outros né? Então fica aqui o toque: Se você não quer que a sua vida sexual vire motivo de diversão de pessoas que nem conhece, não faça isso. Vá ao motel querida(o)!!!!
Ontem fui a um bar muito badalado. E como toda sexta-feira, este bar estava de certa forma cheio - não estava lotado, mas cheio. Decidi não beber por motivos de saúde. Mas como conseqüência desta decisão, eu descobri como ficamos, de certa maneira, ridículos quando estamos de "pileque".
A minha frente havia um casal que, no mínimo, estavam comendo um o outro. Eles já tinham passado da etapa “beijos-ardentes” há tempos. Enfim, me senti num motel, na situação de Voyeur observando as caricias exageradas do casal apaixonado (será?)/bêbado. Com o objetivo de descontrair o "sexy-hot" explicito e gratuito, eu e meus amigos começamos a fazer piadas com a situação; do estilo: "Poxa, eu não to com o ‘card’ que ganhei na Lapa com desconto de motel... podia dar a eles, né?" Quando o casal foi embora, ficamos fazendo apostas de qual motel eles iriam... Surgiram nomes e lugares que renderam diversão para a noite toda!
Enfim. Não sou puritana, estou longe de ser. Mas ninguém merece ficar olhando o famoso: mão-naquilo-aquilo-na-mão dos outros né? Então fica aqui o toque: Se você não quer que a sua vida sexual vire motivo de diversão de pessoas que nem conhece, não faça isso. Vá ao motel querida(o)!!!!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O DIVÓRCIO – por Arnaldo Jabor
“Meus Amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher.As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo.Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade.Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.O segredo do casamento não é a harmonia eterna.Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo.Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.De tempos em tempos, é preciso renovar a relação.De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.Há quanto tempo vocês não saem para dançar?Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento.Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?Faça de conta que você está de caso novo.Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem.Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas.Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação.Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso.Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.Não existe essa tal ‘estabilidade do casamento’ nem ela deveria ser almejada.O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma ‘relação estável’, mas saber mudar junto.Todo cônjuge precisa evoluir estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento.Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?É certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.Tenho unidos apesar das desavenças.Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.”
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Escolhemos se vamos viver ou vamos deixar rolar.
Certo dia, estava na sala de minha casa. Minha mãe chega a mim e diz: “Filha, você não sabe quem morreu!”. Assustada, levanto-me do sofá “Mãe! Quem?” Ela responde ainda assustada: “O Fulano, do 306”. Puxa. Senti-me o pior dos seres naquele momento. Não me lembrava do fulano-do-306 por nada neste mundo! Ok, não sou lá tão popular assim no meu prédio, mas lembro-me das pessoas... e nossa! Como pode?? O tal homem morreu e nem de seu rosto me recordava? Nem ao menos o que fazia...
Alguns minutos depois, me recordei das feições do falecido. Acompanhado às feições, me veio à cabeça sua postura cabisbaixa com sua pasta embaixo do braço, como se fosse para o trabalho condenado à forca. Sua face me parecia sempre muito cansada e triste. Como se ele já estivesse... morto. Sim! Morto!
De repente, a culpa de antes se foi como mágica. Pois, como iria lembrar-me do rosto do tal-fulano-do-306, já que se tratava de um morto que viveu a vida morto?? Não acham?
Alguns minutos depois, me recordei das feições do falecido. Acompanhado às feições, me veio à cabeça sua postura cabisbaixa com sua pasta embaixo do braço, como se fosse para o trabalho condenado à forca. Sua face me parecia sempre muito cansada e triste. Como se ele já estivesse... morto. Sim! Morto!
De repente, a culpa de antes se foi como mágica. Pois, como iria lembrar-me do rosto do tal-fulano-do-306, já que se tratava de um morto que viveu a vida morto?? Não acham?
terça-feira, 25 de maio de 2010
Quem tem medo de fantasmas?
Eu costumava dizer que não tenho medo de fantasmas. Dizia que tinha medo dos vivos. Eu sempre achava que os vivos, esses sim, nos ameaçam muito mais. Fantasmas não estão presentes. Os vivos, por sua vez são palpáveis... Os fantasmas só assustavam em filmes de terror. Na vida real, os vivos me aterrorizavam! Esses podem bater... fazer mal... enfim, de fato, ameaçar.
Fantasmas... bem, algumas religiões dizem que esses são fruto de nossa imaginação, outros falam que existem, mas não fariam mal algum. Porém, de fato, todas as religiões os definem como diz a música do Men at Work: Gost appear and fade away.
Mas um dia, vi um fantasma. Um fantasma que jurei ter enterrado, rezado todas as missas imagináveis. Um fantasma que jurei estar mortinho. Mas assim, mortinho da silva! E este sim me assustou. Como pode uma pessoa passar para outro plano... você enterrar e tudo mais, mas assim, do nada, descobre que o “passado vem rondando minha porta feito alma-penada”? Fiquei apavorada.
24-09-09
(Um ano atrás.)
Fantasmas... bem, algumas religiões dizem que esses são fruto de nossa imaginação, outros falam que existem, mas não fariam mal algum. Porém, de fato, todas as religiões os definem como diz a música do Men at Work: Gost appear and fade away.
Mas um dia, vi um fantasma. Um fantasma que jurei ter enterrado, rezado todas as missas imagináveis. Um fantasma que jurei estar mortinho. Mas assim, mortinho da silva! E este sim me assustou. Como pode uma pessoa passar para outro plano... você enterrar e tudo mais, mas assim, do nada, descobre que o “passado vem rondando minha porta feito alma-penada”? Fiquei apavorada.
24-09-09
(Um ano atrás.)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Mulher, (NÃO!) VEJA!
É revoltante como “ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. Hoje de manhã, como de costume em todo domingo, passo ao menos trinta minutos na cama. Pensando, refletindo. Enfim. Domingo de fato é o dia mundial da preguiça, e para mim, não seria diferente. Após este momento de reflexão na minha manhã dominical, levanto, dou bom-dia ao computador, ligo tudo e vou fazer as minhas atividades matinais. Retorno ao meu quarto. Me deparo com uma revista que meu pai havia deixado em cima do meu laptop: Mulher,VEJA!
Abro a revista em qualquer página. A primeira reportagem que me aparece possui o titulo: “O paradoxo da infelicidade feminina- Há mais empregos, os salários são melhores e os homens, mais respeitosos (cuma?????) - mas que, afinal, as mulheres não sorriem?”. É lógico que chamou (!!!) minha atenção. Chamaria atenção de qualquer mulher. Resolvi ler. Afinal, meu pai colocou a revista em cima do meu meio de trabalho!
O texto começa bem: Afirma que a vida da mulher atual está muito diferente da mulher de quarenta ou cinqüenta anos atrás. Hoje em dia, as mulheres estudam, trabalham... De veras! Porém, o autor não foi feliz nas próximas afirmações. Esse iniciou suas barbáries com a seguinte frase: “Mesmo a tecnologia, na forma de invenções como lavadoras de louças e aspiradores de pó, conspirou para libertar as mulheres”.
Parei. Li, reli. Não acreditei. Olhei o relógio, esse marcava 12h30min do dia 22 de maio de 2010. 2010!!!!!!!!!! Ok! Respirei e voltei à leitura...
O autor começou a listar pesquisas que relatavam o nível de felicidade (hã?!) das mulheres no meado dos anos 70- onde elas se declaravam de certa forma, felizes – em comparação com a mesma pesquisa (?!) feita no século XXI onde nós, mulheres, não nos declarávamos tão felizes assim-(nesse momento já estava furiosa!) Ao final do texto ele finaliza com a seguinte questão: “Obter e agregar felicidade em todos os diferentes domínios pode ser mais difícil do que era quando os esforços das mulheres tinham um foco mais fechado” O autor afirma, aqui, que a mulher era mais feliz quando tinha a sua vida limitada a lavar ceroulas de marido e cozinhar?
Enfim, será que o autor não poderia se questionar um pouco mais a fundo o porquê desta “insatisfação”? Nas décadas anteriores, as mulheres não tinham acesso à informação, à educação, ao trabalho... Éramos impostas a uma vida única, portanto, conformadas, acomodadas. Hoje em dia, temos muitas possibilidades, somos mais criticas (devido à educação que recebemos) em relação à vida que iremos seguir, a própria alegria e satisfação de viver. Portanto nos questionamos, refletimos e queremos mais! Muito mais! Penso eu que, estar conformada (muito menos acomodada) com uma situação, não tem nada a ver com o fato de ser feliz.
Mais surpresa eu fiquei, assim como (alguns de) vocês ficarão. Pois, ao final da leitura, descobri que a autoria do texto era assinada por duas autoras e um autor.
Abro a revista em qualquer página. A primeira reportagem que me aparece possui o titulo: “O paradoxo da infelicidade feminina- Há mais empregos, os salários são melhores e os homens, mais respeitosos (cuma?????) - mas que, afinal, as mulheres não sorriem?”. É lógico que chamou (!!!) minha atenção. Chamaria atenção de qualquer mulher. Resolvi ler. Afinal, meu pai colocou a revista em cima do meu meio de trabalho!
O texto começa bem: Afirma que a vida da mulher atual está muito diferente da mulher de quarenta ou cinqüenta anos atrás. Hoje em dia, as mulheres estudam, trabalham... De veras! Porém, o autor não foi feliz nas próximas afirmações. Esse iniciou suas barbáries com a seguinte frase: “Mesmo a tecnologia, na forma de invenções como lavadoras de louças e aspiradores de pó, conspirou para libertar as mulheres”.
Parei. Li, reli. Não acreditei. Olhei o relógio, esse marcava 12h30min do dia 22 de maio de 2010. 2010!!!!!!!!!! Ok! Respirei e voltei à leitura...
O autor começou a listar pesquisas que relatavam o nível de felicidade (hã?!) das mulheres no meado dos anos 70- onde elas se declaravam de certa forma, felizes – em comparação com a mesma pesquisa (?!) feita no século XXI onde nós, mulheres, não nos declarávamos tão felizes assim-(nesse momento já estava furiosa!) Ao final do texto ele finaliza com a seguinte questão: “Obter e agregar felicidade em todos os diferentes domínios pode ser mais difícil do que era quando os esforços das mulheres tinham um foco mais fechado” O autor afirma, aqui, que a mulher era mais feliz quando tinha a sua vida limitada a lavar ceroulas de marido e cozinhar?
Enfim, será que o autor não poderia se questionar um pouco mais a fundo o porquê desta “insatisfação”? Nas décadas anteriores, as mulheres não tinham acesso à informação, à educação, ao trabalho... Éramos impostas a uma vida única, portanto, conformadas, acomodadas. Hoje em dia, temos muitas possibilidades, somos mais criticas (devido à educação que recebemos) em relação à vida que iremos seguir, a própria alegria e satisfação de viver. Portanto nos questionamos, refletimos e queremos mais! Muito mais! Penso eu que, estar conformada (muito menos acomodada) com uma situação, não tem nada a ver com o fato de ser feliz.
Mais surpresa eu fiquei, assim como (alguns de) vocês ficarão. Pois, ao final da leitura, descobri que a autoria do texto era assinada por duas autoras e um autor.
domingo, 23 de maio de 2010
Sou daquelas que sou eu.
Por Karenina M. do Nascimento
"Sou daquelas que canta as musicas que tocam no radio do carro. E se você não gosta disto, não diga, pois eu faço mais. Mas ao mesmo tempo, sou daquelas que ficam acanhadas e tímidas com um elogio.
Sou daquelas que solta um riso sincero, mas da mesma sinceridade pode vir um rosto triste e uma lágrima. Espontaneidade é a palavra mais exata. Mas não confunda com “falta-de-ridiculo”. Para tudo existe um meio termo.
Sou daquelas que, se quero, danço! Mas também existe diversão em momentos mais retraídos, gozando da minha própria companhia. Aprendi que introspecção é importante. Aprendi que estar comigo é muito bom. Estar sozinho não quer dizer estar só. Estar sozinho quer dizer estar com uma pessoa muito importante para seu crescimento: VOCÊ.
Sou daquelas que sei bem o que quero. Ou finjo muito bem que sei. Corro atrás, e cuido. Mas também, gosto de ser cuidada e desejada.
Enfim, na verdade, nada é constante. Não sou daquelas que... nem sou estas que... mas sou o que sou agora e continuo seguindo para ser o que serei amanha. "
22-05-2010
"Sou daquelas que canta as musicas que tocam no radio do carro. E se você não gosta disto, não diga, pois eu faço mais. Mas ao mesmo tempo, sou daquelas que ficam acanhadas e tímidas com um elogio.
Sou daquelas que solta um riso sincero, mas da mesma sinceridade pode vir um rosto triste e uma lágrima. Espontaneidade é a palavra mais exata. Mas não confunda com “falta-de-ridiculo”. Para tudo existe um meio termo.
Sou daquelas que, se quero, danço! Mas também existe diversão em momentos mais retraídos, gozando da minha própria companhia. Aprendi que introspecção é importante. Aprendi que estar comigo é muito bom. Estar sozinho não quer dizer estar só. Estar sozinho quer dizer estar com uma pessoa muito importante para seu crescimento: VOCÊ.
Sou daquelas que sei bem o que quero. Ou finjo muito bem que sei. Corro atrás, e cuido. Mas também, gosto de ser cuidada e desejada.
Enfim, na verdade, nada é constante. Não sou daquelas que... nem sou estas que... mas sou o que sou agora e continuo seguindo para ser o que serei amanha. "
22-05-2010
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