Antes, leia isso: http://kare-drafts.blogspot.com/2011/03/quem-me-conhece-um-pouquinho-que-seja.html
Chave,
Chega,
Chama.
Fogo,
Fica,
Cama.
Boca,
Língua,
Beija.
Mão,
Chão,
Ama.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Antes leia isso: http://kare-drafts.blogspot.com/2011/03/quem-me-conhece-um-pouquinho-que-seja.html
Uma vez me perguntaram. O que é amar? Pergunta difícil. Cheia de respostas. Pensei, pensei e respondi: Amar, em todos os sentidos do verbo é querer bem, ou seja; é desejar bem o ser amado em primeiro lugar. Antes de suas vontades do que fosse, antes de suas expectativas, antes até da concretização do seu amor.
Amar é deixar o outro livre. Livre para escolher o que acha certo, o que acha errado. Livre para guiar sua vida e até livre para amar... ou não.
Não consigo achar que um sentimento tão nobre, traga infelicidade. Não cabe em mim isso. Amar é amar. É sentir bem por uma pessoa. Só.
Uma vez me perguntaram. O que é amar? Pergunta difícil. Cheia de respostas. Pensei, pensei e respondi: Amar, em todos os sentidos do verbo é querer bem, ou seja; é desejar bem o ser amado em primeiro lugar. Antes de suas vontades do que fosse, antes de suas expectativas, antes até da concretização do seu amor.
Amar é deixar o outro livre. Livre para escolher o que acha certo, o que acha errado. Livre para guiar sua vida e até livre para amar... ou não.
Não consigo achar que um sentimento tão nobre, traga infelicidade. Não cabe em mim isso. Amar é amar. É sentir bem por uma pessoa. Só.
Esclarecimento
Quem me conhece um pouquinho que seja, sabe que têm muita coisa que me incomoda neste mundo. Uma delas é o pré-conceito. No sentido de tomar como verdade algum conceito pré-estabelecido e não se abrir para todas as possibilidades.
Decidi escrever este texto uma vez que este blog já estava sendo usado para saber o que se passa ou deixa de passar na minha vida. Atenção: O que escrevo é literatura. Não. Não vou expor aqui experiências pessoais, tão pouco citar nomes. Claro que não. Apesar de ser um blog pessoal, esse não é usado para desabafar sentimentos tão íntimos a esse ponto. Não. Apesar de escrever algumas poesias sobre sensações, sentimentos e pulsões intimas, não são necessariamente pessoais.
Tem dia que estou com um sentimento, ou uma lembrança, e a coloco no papel. Não necessariamente por ninguém. Ou nada do estilo. Houve dias que estava triste e escrevi um texto muito feliz, por sua vez, houve dias que estava muito alegre e escrevi sobre temas melancólicos.
Se vier aqui para ler o que escrevo como arte e ou crítica, comentários são bem-vindos. Caso qualquer outro motivo, não os faço questão.
Grata.
Decidi escrever este texto uma vez que este blog já estava sendo usado para saber o que se passa ou deixa de passar na minha vida. Atenção: O que escrevo é literatura. Não. Não vou expor aqui experiências pessoais, tão pouco citar nomes. Claro que não. Apesar de ser um blog pessoal, esse não é usado para desabafar sentimentos tão íntimos a esse ponto. Não. Apesar de escrever algumas poesias sobre sensações, sentimentos e pulsões intimas, não são necessariamente pessoais.
Tem dia que estou com um sentimento, ou uma lembrança, e a coloco no papel. Não necessariamente por ninguém. Ou nada do estilo. Houve dias que estava triste e escrevi um texto muito feliz, por sua vez, houve dias que estava muito alegre e escrevi sobre temas melancólicos.
Se vier aqui para ler o que escrevo como arte e ou crítica, comentários são bem-vindos. Caso qualquer outro motivo, não os faço questão.
Grata.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Mal do século
Recebi um e-mail que continha um texto supostamente escrito por LF Verissimo discursando (contra, claro!) o programa global BBB – Big Brother Brasil.
Concordo (quase) plenamente com esse texto. A não ser pelo comentário preconceituoso em relação a homossexuais (que depois o autor tenta desfazer... de forma muito confusa - o que, de fato, me traz dúvidas que o texto é de autoria de L.F Veríssimo mesmo).
BBB é um sintoma da doente sociedade machista-patriarcal-desprovida-de-valores em que vivemos. Valoriza-se a falta de moral e ignorância de seu povo. Onde bundas, peitos, pernas saradas, peitorais, braços musculosos e etc. fazem mais sucesso do que uma discussão construtiva do que se pode fazer para melhorar a situação em que estamos. Lamentável? Claro. Mas de fato somos nós que alimentamos isso tudo no nosso dia-a-dia. Não é só assistindo ao BBB que colabora para o culto de pessoas acéfalas, porém de bela casca - na verdade, o BBB é a ponta do Iceberg - assistir, na verdade, é o de menos.
Hoje, na praia, eu vi uma cena que me fez rir- para não chorar: Oito mulheres acéfalas (nem eram tão gatas assim) de biquíni amarelo da Skol, batendo palma gritando: “SKOL! SKOL!”. E, juntos, dois ambulantes vendendo a terrível cerveja na praia... Enfim... se um homem acéfalo comprasse uma SKOL; TODASSSS elas gritavam e batiam palmas - para seus seios pularem; umas rebolavam... Bem... Pergunto: Algum homem comprava mesmo por causa da SKOL? (Eu amo cerveja e sei que SKOL não é lá estas coisas... vai!)
Isso é ou não é dar valor ao que prega a “cultura BBB” no dia-a-dia? O BBB é a constatação! Só! A preocupação é outra!
Existe um grande interesse (em todos os sentidos) em manter esse tipo de programa, em manter uma população ignorante com homens e mulheres acéfalos, em desvalorizar o ensino, o que de fato importa.
De fato, já entenderam qual interesse de que estamos falando...
Concordo (quase) plenamente com esse texto. A não ser pelo comentário preconceituoso em relação a homossexuais (que depois o autor tenta desfazer... de forma muito confusa - o que, de fato, me traz dúvidas que o texto é de autoria de L.F Veríssimo mesmo).
BBB é um sintoma da doente sociedade machista-patriarcal-desprovida-de-valores em que vivemos. Valoriza-se a falta de moral e ignorância de seu povo. Onde bundas, peitos, pernas saradas, peitorais, braços musculosos e etc. fazem mais sucesso do que uma discussão construtiva do que se pode fazer para melhorar a situação em que estamos. Lamentável? Claro. Mas de fato somos nós que alimentamos isso tudo no nosso dia-a-dia. Não é só assistindo ao BBB que colabora para o culto de pessoas acéfalas, porém de bela casca - na verdade, o BBB é a ponta do Iceberg - assistir, na verdade, é o de menos.
Hoje, na praia, eu vi uma cena que me fez rir- para não chorar: Oito mulheres acéfalas (nem eram tão gatas assim) de biquíni amarelo da Skol, batendo palma gritando: “SKOL! SKOL!”. E, juntos, dois ambulantes vendendo a terrível cerveja na praia... Enfim... se um homem acéfalo comprasse uma SKOL; TODASSSS elas gritavam e batiam palmas - para seus seios pularem; umas rebolavam... Bem... Pergunto: Algum homem comprava mesmo por causa da SKOL? (Eu amo cerveja e sei que SKOL não é lá estas coisas... vai!)
Isso é ou não é dar valor ao que prega a “cultura BBB” no dia-a-dia? O BBB é a constatação! Só! A preocupação é outra!
Existe um grande interesse (em todos os sentidos) em manter esse tipo de programa, em manter uma população ignorante com homens e mulheres acéfalos, em desvalorizar o ensino, o que de fato importa.
De fato, já entenderam qual interesse de que estamos falando...
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